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6 de jan. de 2026

Novas regras da ANS para 2026: prepare sua clínica para as mudanças

Novas regras da ANS para 2026: prepare sua clínica para as mudanças

A Agência Nacional de Saúde Suplementar divulgou nova regulamentação. Entenda como as mudanças afetam a operação de clínicas.

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Equipe Tivita

Reunião em ambiente moderno de trabalho, com equipe sentada em círculo enquanto uma mulher apresenta informações em uma tela grande, representando discussão estratégica e troca de conhecimento em clínicas com apoio da Tivita.

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) é o órgão regulador responsável por fiscalizar e normatizar o setor de planos de saúde no Brasil. Para gestores que trabalham com convênios, acompanhar as atualizações da ANS é obrigatório. Em 2026, algumas mudanças vão impactar diretamente a rotina operacional de clínicas.

Segundo dados da própria ANS, o Brasil conta com mais de 52 milhões de beneficiários de planos de saúde privados, o que torna essencial a adaptação às regras. Conhecer essas mudanças com antecedência permite que gestores se preparem, evitem problemas e aproveitem oportunidades. Veja abaixo três delas para se organizar.

  1. Novo modelo de fiscalização

Em dezembro de 2025, foi aprovado um novo modelo de fiscalização do setor de saúde suplementar, que entrará em vigor em 1º de maio de 2026, e será aplicada exclusivamente às infrações ocorridas a partir dessa data. O objetivo é tornar os processos fiscalizatórios mais eficientes e alinhados à realidade do setor.

Ao todo, são três principais mudanças na fiscalização:

  1. Análises individuais de demandas por amostragem: a ANS passa a analisar parte das demandas individualmente e usar o restante como base para ações planejadas e indicadores, garantindo mais agilidade, melhor uso da capacidade operacional e identificação rápida de padrões que exigem atuação regulatória mais ampla, sem deixar de receber e tratar todas as reclamações;

  2. Remodelação das ações planejadas e estratégicas de fiscalização: o novo modelo prioriza ações graduais e estruturadas, que vão de orientações preventivas a medidas mais rigorosas com previsão de penalidades, organizadas conforme a gravidade das infrações e o desempenho das operadoras, com foco em autorregulação, correção de falhas e redução de reclamações;

  3. Ajustes em tipos infrativos e no valor das multas: a norma atualiza os tipos infrativos e eleva progressivamente os valores das penalidades, com reajuste escalonado que pode chegar a até 170% de aumento, reforçando o caráter preventivo das sanções aplicadas às operadoras.


2. Ampliação das exigências de interoperabilidade e troca de informações

A ANS tem intensificado as exigências relacionadas à troca de informações entre operadoras e prestadores. O objetivo é reduzir a burocracia, acelerar autorizações e melhorar a experiência tanto para profissionais quanto para pacientes. Em 2026, espera-se que a agência avance ainda mais na padronização de protocolos de comunicação digital.

Isso significa que prestadores precisarão estar preparados para integrar suas plataformas de gestão aos padrões exigidos pela ANS e pelas operadoras. A troca de dados em tempo real, o envio eletrônico de guias e a automatização de processos tornam-se não apenas vantagens competitivas, mas requisitos regulatórios.

Gestores que ainda dependem de processos manuais ou planilhas precisam considerar a migração para ferramentas que permitam essa integração. A digitalização é uma necessidade iminente. Investir em automação reduz significativamente o tempo gasto com tarefas operacionais e minimiza erros que podem resultar em glosas ou atrasos no faturamento.


3. Revisão das regras de ressarcimento ao SUS

Outra mudança relevante diz respeito ao ressarcimento ao Sistema Único de Saúde (SUS). Quando um beneficiário de plano de saúde utiliza serviços públicos que deveriam ser cobertos pelo convênio, a operadora é obrigada a ressarcir o SUS. A ANS tem trabalhado para aprimorar os mecanismos de identificação e cobrança desses valores.

Para prestadores, isso pode significar maior rigor na documentação de atendimentos e na comprovação de que procedimentos foram realizados conforme as diretrizes contratuais. Gestores precisam garantir que todos os registros estejam completos e as guias sejam preenchidas corretamente, evitando questionamentos futuros. Veja o guia prático em 5 passos para conferir guias e evitar glosas por erros.

Além disso, mudanças nesse processo podem impactar o fluxo de caixa das operadoras, o que indiretamente afeta os prazos de pagamento aos prestadores. Monitorar o ciclo completo, desde a autorização até o recebimento, torna-se ainda mais crítico.


Prepare-se para o futuro regulatório

As mudanças regulatórias da ANS para 2026 exigem que gestores adotem uma postura proativa. Acompanhar as atualizações, investir em processos digitais e manter a documentação impecável são passos essenciais para evitar surpresas e garantir conformidade.

Mais do que cumprir obrigações, adaptar-se às novas regras representa uma oportunidade de melhorar a eficiência operacional e fortalecer a relação com operadoras e pacientes. O cenário regulatório está em constante evolução, e quem se prepara sai na frente.

Quer entender melhor como os números do setor estão evoluindo? Confira como os 52 milhões de beneficiários de planos de saúde moldam o mercado e descubra estratégias para otimizar seus atendimentos.

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