Com reajustes de dois dígitos nos contratos corporativos, empresas aceleraram o rateio da mensalidade e a coparticipação. Movimento muda o padrão de uso do benefício e pressiona rotinas de autorização e faturamento em clínicas.
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Escrito por ·
Júlia Putini

Em 2020, 41% das empresas já descontavam parte da mensalidade do plano em folha; em 2025, o índice foi a 48%. No mesmo intervalo, o subsídio médio pago pelo empregador caiu de 71% para 60%, segundo dados da consultoria Acrisure Brasil.
A conta do plano de saúde empresarial passou a ser controlada minuciosamente, uma vez que os contratos corporativos seguem livre negociação e ficaram mais expostos a aumentos anuais. Em 2025, o reajuste médio desses contratos foi de 11,06%; o teto dos planos individuais e familiares ficou em 6,06% no período entre maio de 2025 e abril de 2026, segundo a ANS.
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Porque isso importa para clínicas
Quando o pagador endurece regras e acompanha uso com mais rigor, cresce a demanda por elegibilidade, autorizações, rastreio de guias e controle de reembolso. O efeito prático aparece em prazos, negativas e risco maior de glosas no faturamento de convênios médicos.
O que as empresas estão fazendo para reduzir esse custo
rateio da mensalidade com desconto em folha;
redução do subsídio médio pago pelo empregador;
expansão da coparticipação;
restrições na liberação de reembolsos como alavanca de custo;
ajustes na rede de atendimento e regras internas para reduzir sinistralidade;
programas de promoção de saúde para baixar uso evitável e pressão de reajuste;
O que muda para a gestão de clínicas
Quando o contrato corporativo fica mais restritivo, três frentes viram “pontos de falha” no recebimento por convênios médicos:
prazos e janelas de envio: atraso na guia costuma virar atraso no pagamento;
qualidade do preenchimento: inconsistência aumenta risco de glosa;
visibilidade de status: sem rastreio, a equipe descobre negativa tarde demais.
Como organizar a rotina de planos de saúde
Além dos valores elevados, as etapas de verificação de segurança aumentaram, visando combater fraudes. Esse cenário exige novos meios de lidar com as crescentes demandas, sendo a automação a saída mais eficiente.
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Próximo passo: implemente um calendário que transforme prazo de faturamento de convênios médicos
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Escrito por
Júlia Putini
Especialista em conteúdo e marketing da Tivita.















