Boletim da ANS reúne dados do 3º trimestre de 2025 e atualiza o volume de beneficiários até outubro, com recortes sobre uso de serviços, cenário econômico-financeiro e demandas de consumidores.
Tempo de leitura · 1 min
Escrito por ·
Júlia Putini
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicou a 10ª edição do Boletim Panorama com dados do 3º trimestre de 2025 e beneficiários atualizados até outubro.
Os números do boletim são referência para decisões operacionais em organizações de saúde que lidam com volume, elegibilidade, autorização, cobrança e relacionamento com operadoras.
Quando o setor cresce, muda o mix de contratação e oscila a utilização de serviços, a pressão sobre times e indicadores também muda. Veja também como ganhar eficiência no faturamento de convênios médicos
Pontos-chave do panorama
Crescimento anual de beneficiários: +2,88% em planos exclusivamente odontológicos e +2,70% em planos médico-hospitalares.
Em outubro de 2025, o país registrou 53.277.390 vínculos em planos médico-hospitalares e 35.104.258 em planos exclusivamente odontológicos.
O resultado líquido acumulado em quatro trimestres chegou a R$ 14 bilhões, mantendo oito períodos consecutivos positivos.
A ANS apontou queda nas reclamações: 58,2 por 100 mil beneficiários em 2024, contra 50,6 de janeiro a outubro de 2025.
Leitura prática dos números
A edição detalha que a expansão dos planos médico-hospitalares foi puxada por contratações coletivas empresariais, enquanto outras modalidades apresentaram variação negativa no período. Esse recorte ajuda a ajustar expectativa de demanda e perfil de atendimento ao longo do ano.
No uso de serviços, a ANS descreve trajetória de redução ao longo de 2024, com leve reversão no 4º trimestre e retomada de queda nos dois primeiros trimestres de 2025, na comparação com o mesmo período do ano anterior. Esse tipo de oscilação afeta projeções de custos, dimensionamento de equipe e metas de atendimento.
O que acompanhar na sua operação
variação do número de vínculos por tipo de contratação, para ajustar capacidade e comunicação com operadoras;
indicadores econômico-financeiros do setor, porque sinalizam mudanças de comportamento e pressão de custo;
evolução de reclamações e indicadores correlatos, para priorizar prevenção de falhas e melhoria de jornada.
Para entender melhor o contexto brasileiro, acesse o Panorama Clínicas 2026, estudo feito pela Tivita que reúne entrevistas com especialistas e dados de clínicas particulares para apoiar decisões ao longo do ano.
Leia também:

Escrito por
Júlia Putini
Especialista em conteúdo e marketing da Tivita.
















